Ottessa Moshfegh fala sobre seu romance de estreia MEU NOME ERA EILEEN, que, segundo ela, começou como uma piada: “Eu também não tenho dinheiro e também queria ser famosa”.
Nossos autores
A revolta de Gwangju se destaca de outras manifestações do período tanto pela violência empregada pelo Exército quanto pela resiliência dos cidadãos. Neste texto, Daigo Oliva escreve sobre este episódio decisivo para a Coreia do Sul, retomado em ATOS HUMANOS, de Han Kang.
Nossos livros
Guilherme Gontijo Flores escreve sobre uma série de colagens que influenciou POTLATCH, seu novo livro de poemas.
Neste post, leia na íntegra o texto presente em VENTO VADIO: AS CRÔNICAS DE ANTÔNIO MARIA. De quebra, assista à leitura da atriz e dubladora Priscila Amorim.
À Todavia, a autora de ESSA DAMA BATE BUÉ! fala sobre identidade, herança colonial e o silenciamento das mulheres durante a guerra colonial em Angola: "A luta continuou contra o patriarcado e seus estereótipos sobre a condição feminina."
Confira aqui as etapas de regularização do título para as eleições de 2022.
bastidores
Em entrevista ao Culturplaza, a poeta, editora e crítica literária Elena Medel comenta sobre as costuras de AS MARAVILHAS, seu primeiro romance, e o complexo ofício de escrever.
Figura central dos estudos literários no Brasil, Antonio Candido assina o prefácio de MÁRIO DE ANDRADE POR ELE MESMO, livro de Paulo Duarte sobre o modernista paulista. Neste post, confira o texto na íntegra.