O discreto charme da magistocracia,

Conrado Hübner

O STF e o judiciário na mira de um dos mais respeitados e ácidos especialistas no funcionamento das nossas cortes superiores

O livro

Este volume traz a reunião de textos críticos de Conrado Hübner, anteriormente publicados na FSP, que mudou o jornalismo político quando passou a escrever em publicações não especializadas. Como colunista da Folha de São Paulo, tornou-se leitura imprescindível para leigos, políticos, advogados, procuradores e juízes. Semanalmente, comenta os usos e abusos das cortes superiores, em especial do Supremo Tribunal Federal. Capta, para além do leguleio dos meritíssimos, as práticas da casta que batizou de “magistocracia”. Este volume traz ainda uma introdução inédita do autor.

Por que publicamos

Uma reunião de textos críticos e agudos que transformaram o jornalismo jurídico brasileiro.

O autor

Conrado Hübner Mendes é professor de direito constitucional na USP, além de pesquisador do Centro de Análise da Liberdade e do Autoritarismo (LAUT).

GÊNERO Direito
CAPA Não ficção brasileira
FORMATO FORMATO 13,5 × 20,8 × 1,9 cm
PÁGINAS 328 PESO 0,415 kg
ISBN 978-65-5692-540-0
ANO DE LANÇAMENTO 2023

O que estão falando sobre o livro

“O professor Conrado Hübner Mendes não poupa o Judiciário do comentário ácido e penetrante. Uns e outros não gostam. Fazem paradoxal leitura de suas prerrogativas e da independência judicial, como se inexistissem equivalentes dessas proteções constituciona”
Celso Campilongo, diretor da Faculdade de Direito da USP

“A pena animada de Conrado Hübner Mendes tem municiado a opinião pública avessa ao autoritarismo. A defesa das instituições democráticas, porém, não elimina seu olhar atento e crítico ao comportamento de autoridades judiciais que o autor grafa como magisto”
Maria Filomena Gregori, antropóloga

“Imprensa é oposição. O resto é armazém de secos e molhados.’ Poucos levaram tão a sério a afirmação do grande Millôr Fernandes como Conrado Hübner Mendes. Intelectual público, ele exerce com obsessivo rigor a crítica da cúpula de nosso sistema judiciário.”
Maria Hermínia Tavares de Almeida, Cientista Política

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