As pipas,

Romain Gary

O último romance publicado em vida por um dos mais importantes escritores da França

O livro

Ludo é um menino que cresce em uma pequena fazenda na Normandia sob os cuidados de seu tio, um excêntrico fabricante de pipas. Numa propriedade opulenta e aristocrática perto dali, passava os verões a jovem polonesa Lila, por quem Ludo se apaixona à primeira vista. O livro acompanha a trajetória dessa dupla improvável — um camponês sensível e uma aristocrata vaidosa — em meio à eclosão da Segunda Guerra. Com personagens que apostam tudo na luta para manter vivas as esperanças, AS PIPAS é o apelo poético de Romain Gary a toda forma de resistência.

Por que publicamos

Um dos mais queridos romances franceses do século 20. Um livro magistral sobre a Segunda Guerra aos olhos de um fazedor de pipas e de seu sobrinho de memória prodigiosa.

O autor

Romain Gary nasceu em 1914, na Lituânia, e morreu em 1980, em Paris. Autor de dezenas de romances, foi um dos escritores mais populares e premiados da França. Também atuou como piloto de avião na Segunda Guerra, diretor de cinema e diplomata.

trecho

Trecho do livro

O pequeno museu dedicado às obras de Ambroise Fleury, em Cléry, hoje não passa de uma atração turística menor. A maioria dos visitantes o procura depois de um almoço no Clos Joli, que todos os guias da França são unânimes em celebrar como um dos monumentos do país. Os mesmos guias mencionam a existência do museu com um simples “merece uma passada”. Suas cinco salas guardam quase todas as obras de meu tio que sobreviveram à guerra, à Ocupação, às lutas da Libertação e a todas as vicissitudes e lassitudes que nosso povo conheceu. Qualquer que seja o país de origem, as pipas nascem do imaginário popular, o que sempre lhes confere cert [leia mais]

GÊNERO Ficção estrangeira
TRADUÇÃO Julia da Rosa Simões
CAPA Laurindo Feliciano
FORMATO 13,5 × 20,8 × 2,1 cm
PÁGINAS 336 PESO 0,430 kg
ISBN 978-65-5692-117-4
ANO DE LANÇAMENTO 2021

O que estão falando sobre o livro

“Em AS PIPAS, Romain Gary parece dizer que todo disfarce, toda ficção, todo artifício vale a pena, quando não se perde uma virtude essencial — a de manter o coração fiel.”
Marcelo Coelho

“Uma alegria: nas mãos de Gary, a própria ficção é uma forma de resistência.”
The Guardian

“Um dos melhores livros de Gary.”
Adam Gopnik, The New Yorker

“Um texto vívido que foge à tentação do sentimentalismo e da lição de moral.”
Muriel Barbery, New York Magazine

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