O livro
Um grupo de conhecidos se junta para praticar pequenos atos de “terrorismo arquitetônico”. São intervenções em igrejas, ataques a políticos corruptos, rituais que combinam magia, arte e sexo. Eles são o Coletivo Amargo, ativistas de identidade desconhecida e objetivos não muito claros, talvez até para si. A cidade alvo é Manaus, onde os amargos conhecem cada viela, pichação e boca.
Tudo gira em torno da jovem Lua Madeira, que entre uma garrafada de ayahuasca e a incorporação de misteriosas entidades, concebeu e uniu os amargos. Nas vidas que se cruzam nessas histórias, o que emerge é um retrato visto de dentro de um lugar e um tempo.
O livro
Um grupo de conhecidos se junta para praticar pequenos atos de “terrorismo arquitetônico”. São intervenções em igrejas, ataques a políticos corruptos, rituais que combinam magia, arte e sexo. Eles são o Coletivo Amargo, ativistas de identidade desconhecida e objetivos não muito claros, talvez até para si. A cidade alvo é Manaus, onde os amargos conhecem cada viela, pichação e boca.
Tudo gira em torno da jovem Lua Madeira, que entre uma garrafada de ayahuasca e a incorporação de misteriosas entidades, concebeu e uniu os amargos. Nas vidas que se cruzam nessas histórias, o que emerge é um retrato visto de dentro de um lugar e um tempo.