O livro
Henrique Costa Mecking, o Mequinho, foi o maior enxadrista brasileiro de todos os tempos. No seu auge, nos anos 1970, ele chegou ao terceiro lugar no ranking internacional, esteve cotado para o título de campeão do mundo e enfrentou de igual para igual os astros da União Soviética. No melhor momento de sua carreira, porém, ele recuou. Abandonou um torneio em pleno andamento e ficou mais de uma década longe das competições, mas depois de tudo, voltou a jogar xadrez. Dos tempos em que Mequinho foi herói nacional ao mergulho na religião, do xadrez como arma geopolítica na Guerra Fria aos embates no interior de São Paulo, estão aqui os lances de uma trajetória singular e multifacetada.
O livro
Henrique Costa Mecking, o Mequinho, foi o maior enxadrista brasileiro de todos os tempos. No seu auge, nos anos 1970, ele chegou ao terceiro lugar no ranking internacional, esteve cotado para o título de campeão do mundo e enfrentou de igual para igual os astros da União Soviética. No melhor momento de sua carreira, porém, ele recuou. Abandonou um torneio em pleno andamento e ficou mais de uma década longe das competições, mas depois de tudo, voltou a jogar xadrez. Dos tempos em que Mequinho foi herói nacional ao mergulho na religião, do xadrez como arma geopolítica na Guerra Fria aos embates no interior de São Paulo, estão aqui os lances de uma trajetória singular e multifacetada.