Entre bispos e reis,

Uirá Machado

Dos tempos em que Mequinho foi herói nacional ao mergulho na religião, estão aqui os lances de uma trajetória multifacetada

R$ 139,90

O livro

Henrique Costa Mecking, o Mequinho, foi o maior enxadrista brasileiro de todos os tempos. No seu auge, nos anos 1970, ele chegou ao terceiro lugar no ranking internacional, esteve cotado para o título de campeão do mundo e enfrentou de igual para igual os astros da União Soviética. No melhor momento de sua carreira, porém, ele recuou. Abandonou um torneio em pleno andamento e ficou mais de uma década longe das competições, mas depois de tudo, voltou a jogar xadrez. Dos tempos em que Mequinho foi herói nacional ao mergulho na religião, do xadrez como arma geopolítica na Guerra Fria aos embates no interior de São Paulo, estão aqui os lances de uma trajetória singular e multifacetada.

Por que publicamos

Com base em uma pesquisa extraordinária — mais de cem entrevistas, 110 livros e artigos científicos e cerca de 7 mil reportagens —, o jornalista Uirá Machado conta os pormenores dessa história.

O autor

Uirá Machado, formado em direito e filosofia pela USP, trabalha como jornalista da Folha de São Paulo desde 2004. Foi repórter, editor e secretário-assistente de Redação. Atualmente, é editor da CasaFolha. Nasceu em São Paulo, em 1980.

GÊNERO Não-ficção brasileira
CAPA Polar
FORMATO 14,0 x 21,0 x 2,8 cm
PÁGINAS 496 PESO 0,615 kg
ISBN 978-65-5692-915-6
ANO DE LANÇAMENTO 2026

O que estão falando sobre o livro

“O livro de Uirá Machado encantará igualmente amantes de xadrez e leigos ao descrever, com rigor e leveza, a genialidade do maior enxadrista de nossa história”
Vera Iaconelli

“Mequinho é brutal, frágil, fascinante e improvável. Com a clareza feroz dos grandes mestres, Uirá narra uma vida vivida entre a fé e a razão”
José Padilha

“Será preciso saber jogar xadrez para apreciar este livro? Não! Ao falar dos cavalos saltando sobre as torres, das onipotentes e letais rainhas e dos reis que tombam ao fim das batalhas, Uirá Machado nos transporta para o centro do tabuleiro.”
Ruy Castro

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