Uma noite, Markovitch,

Ayelet Gundar-Goshen

Nova e brilhante voz da literatura israelense

O livro

Às vésperas da Segunda Guerra, um grupo de jovens vai da Palestina à Europa. Lá, jovens judias que nunca conheceram os esperam. O objetivo: casamentos fictícios com os quais as meninas poderão escapar da Europa sob Hitler e alcançar a futura pátria judaica, então sob o domínio britânico. Dois dos jovens são amigos íntimos, mas muito diferentes. Zeev Feinberg, um sujeito alto e musculoso, acostumado a ter mulheres a seus pés. O outro, Iaakov Markovitch, é um cara monótono e sem carisma. No entanto, é Markovitch quem fica com a mulher mais bonita, e, quando eles alcançam Israele se recusa a se divorciar, com a esperança de que ela o amará algum dia.

Por que publicamos

Ayelet Gundar-Goshen é uma contadora de histórias fluente e dada ao realismo mágico. Traduzido para 14 idiomas, este seu romance de estreia recebeu aclamação internacional.

O autor

Ayelet Gundar-Goshen nasceu em Israel em 1982. Seus roteiros ganharam prêmios em festivais internacionais. Esse é seu primeiro romance e ganhou o Prêmio Sapir para melhor estreia.

trecho

Trecho do livro

Iaakov Markovitch não era feio. Que não se conclua disso que era bonito. Garotinhas não desatavam a chorar por causa de seu aspecto, tampouco sorriam ao ver seu rosto. Ele era, seria possível dizer, um glorioso meio-termo. Mais do que isso: suas feições eram espantosamente destituídas de singularidade, a ponto de o olho não conseguir se demorar nelas, seguindo adiante para se fixar em outras coisas. Uma árvore na esquina, um gato num canto qualquer. Para continuar a percorrer a aridez do rosto de Iaakov Markovitch era preciso despender enormes esforços, se modo que raramente as pessoas o faziam durante muito tempo. Isso também tinha [leia mais]

GÊNERO Ficção
TRADUÇÃO Paulo Geiger
CAPA Elisa v. Randow
FORMATO 13,5 x 21 x 2,6 cm
PÁGINAS 400 PESO 0,550 kg
ISBN 9788593828546
ANO DE LANÇAMENTO 2018

O que estão falando sobre o livro

“Uma fábula para o século XXI.”
Sunday Telegraph

“Uma estreia exuberante.”
The Guardian

“Uma fábula dramática sobre a criação de Israel, sem maniqueísmo.”
Libération

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