Valsa Brasileira,

Laura Carvalho

Uma análise sobre a economia recente do país

O livro

De 2006 a 2017, a economia brasileira viveu numa montanha russa. Do segundo mandato de Lula ao impeachment de Dilma Rousseff, o país passou por alguns dos anos de maior prosperidade de sua história, mas também viveu uma crise sem precedentes. Segundo a autora, os obstáculos para a continuidade do crescimento inclusivo de 2006 e 2010 eram superáveis, mas optou-se por fazer deles pretexto para uma malsucedida mudança de rumo. Laura Carvalho ainda propõe uma nova agenda, partindo do princípio de que o aprofundamento da democracia cabe, sim, no orçamento. A tese é simples: uma agenda para todos, que não tema os investimentos públicos nem o Estado de bem-estar social.

Por que publicamos

Um livro corajoso que traz uma visão arejada e acessível sobre a economia brasileira.

O autor

Laura Carvalho é doutora em economia pela New School for Social Research e professora da Faculdade de Economia e Administração da usp. Escreve às quintas-feiras no jornal Folha de S.Paulo. Valsa brasileira é seu primeiro livro.

trecho

Trecho do livro

“Eu tenho medo” foi a frase da atriz Regina Duarte diante da possível vitória eleitoral de Lula em 2002. Na disputa, Lula foi apresentado como um perigo para a estabilidade alcançada com o Plano Real. A Carta ao Povo Brasileiro ajudou a incorporar na plataforma lulista diversos setores da classe média e do empresariado, representado na chapa pelo vice-presidente José Alencar. O governo-ônibus abrigava do PT, que logo expurgaria seus dissidentes mais radicais, ao Partido Progressista (PP), de Francisco Dornelles e Paulo Maluf.

GÊNERO Não ficção brasileira
CAPA Elaine Ramos
FORMATO 14x21x1,2 cm
PÁGINAS 192 PESO 0,260 kg
ISBN 978-85-93828-62-1
ANO DE LANÇAMENTO 2018

O que estão falando sobre o livro

“Laura presidenta! Em 2022, claro. Porque, acreditem, a autora desse livro não tem nem 35. Quem sabe até lá a gente consiga merecê-la.”
Gregorio Duvivier

“Uma reflexão fundamental sobre o vaivém da economia brasileira desde o início dos anos 2000.”
Monica de Bolle

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