O imponderável Bento contra o crioulo voador,

Joaquim Pedro de Andrade

Uma obra-prima desconhecida da literatura brasileira

O livro

O IMPONDERÁVEL BENTO conta a história de um homem santo que levita, literalmente, sobre a sordidez política e moral de Brasília, em plena ditadura militar. Cineasta autor de clássicos do cinema brasileiro, como MACUNAÍMA, Joaquim Pedro de Andrade faz neste livro uma sátira afiada e mais atual do que nunca. Como alerta o crítico Roberto Schwarz: o leitor ficará de queixo caído.

Por que publicamos

Feito para virar filme, este texto é uma obra-prima desconhecida da literatura brasileira.

O autor

Joaquim Pedro de Andrade nasceu no Rio de Janeiro, em 25 de maio de 1932. Dirigiu seis longas-metragens e inúmeros curtas e documentários. Quando morreu, em 1988, os preparativos para a filmagem de um projeto inspirado na obra de Gilberto Freyre já haviam sido interrompidos por falta de recursos.

trecho

Trecho do livro

Em Ceilândia, um carro de reportagem do Correio de Brasília chega com estardalhaço ao local de um crime de morte. Grisalha, Armandão e o motorista, por apelido Fitipaldi, descem na maior cafajestada. Grisalha de máquina fotográfica em punho e bolsa capanga de fotógrafo; Armandão com um punhado de folhas de redação e uma caneta esferográfica vagabunda; Fitipaldi vai de xereta mesmo, chacoalhando as chaves do carro na mão. ARMANDÃO (para a turminha de populares aglomerada): Cadê o presunto? POPULAR: O rabecão já levou. ARMANDÃO: Não é possível. Que hora que fecharam o cara? Não foi às nove? São dez e meia, uma hora e meia não dá [leia mais]

GÊNERO Ficção brasileira
CAPA Flávia Castanheira
FORMATO 14x21x0,9 cm
PÁGINAS 104 PESO 0,150 kg
ISBN 978-85-88808-21-8
ANO DE LANÇAMENTO 2018

O que estão falando sobre o livro

“O roteiro de um filme que não foi feito é uma obra prima desconhecida de nossas letras. Maravilhosamente escrito, O IMPONDERÁVEL BENTO é um grande livro da geração 68. O leitor ficará de queixo caído.”
Roberto Schwarz

“Uma inteligência cômica penetrante vira arma artística para iluminar a grande tragédia brasileira.”
Sérgio Rodrigues

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