Como a democracia chega ao fim,

David Runciman

As ameaças sofridas pela democracia ao redor do mundo

O livro

Desde o fim da Segunda Guerra, o triunfo da democracia parecia incontornável. Hoje, contudo, ela se vê ameaçada, mesmo nos países onde é mais estável. Como chegamos a essa situação? David Runciman argumenta que estamos presos ao passado. Ao nos concentrarmos no fascismo e nos golpes de Estado como as principais ameaças, miramos os alvos errados. Nossas sociedades são complexas demais para colapsar da mesma maneira. Precisamos de novos modos de pensar o impensável — uma visão do século XXI sobre o fim da democracia, e se sua derrocada nos permitirá avançar em direção a um modelo melhor. Livro provocador, faz as perguntas fundamentais para a compreensão de nossa vida política contemporânea.

Por que publicamos

David Runciman é autor de instigantes análises sobre a política contemporânea. Com leveza e profundidade, este livro analisa as ameaças sofridas pela democracia ao redor do mundo.

O autor

David Runciman é professor de política na Universidade de Cambridge. Autor de cinco livros e editor convidado da LONDON REVIEW OF BOOKS, apresenta o podcast TALKING POLITICS.

trecho

Trecho do livro

Nada dura para sempre. A democracia sempre esteve destinada a passar, em algum momento, para as páginas da história. Ninguém, nem mesmo Francis Fukuyama — que anunciou o fim da história em 1989 —, jamais acreditou que suas virtudes a tornassem imortal. Mas até bem pouco tempo, a maioria dos cidadãos das democracias ocidentais teria imaginado que o fim ainda estava distante. Jamais esperariam que ocorresse durante as suas vidas. Pouquíssimos pensariam que pudesse vir a acontecer diante dos seus olhos. Mesmo assim, aqui estamos, antes de a segunda década do século XXI se completar, e nos defrontamos com a pergunta que ninguém esperav [leia mais]

GÊNERO Não ficção estrangeira
TRADUÇÃO Sergio Flaksman
CAPA Pedro Inoue
FORMATO 14x21x1,7 cm
PÁGINAS 272 PESO 0,360 kg
ISBN 978-85-88808-14-0
ANO DE LANÇAMENTO 2018

O que estão falando sobre o livro

“Pensar a democracia brasileira passa também pelas perguntas levantadas neste livro fundamental.”
Conrado Hübner Mendes

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