Anos de Formação,

Ricardo Piglia

Uma aposta na literatura.

O livro

O primeiro de uma trilogia que celebra a leitura como uma atividade vital e existencial, estabelecendo de uma vez por todas o lugar de Piglia na literatura mundial. Estes diários (que podem ser lidos como um monumental romance de formação) são escritos por Emilio Renzi, alter ego que Ricardo Piglia elegeu em diversos livros para dar voz às suas obsessões. É a história de um artista quando jovem tentando encontrar o seu lugar no mundo, entre erros e acertos. Um livro central para o nosso tempo, escrito numa prosa altamente literária que não abdica da discussão de ideias, do prazer do texto e da imaginação mais poderosa.

Por que publicamos

A partir das centenas de diários preenchidos ao longo da vida, o escritor argentino reconstrói seus anos de juventude com fabulação e fervor.

O autor

Ricado Piglia nasceu na província de Buenos Aires em 1941. Ficcionista, crítico e professor universitário, ele viveu entre os Estados Unidos e a Argentina, onde faleceu em janeiro de 2017.

trecho

Trecho do livro

Como é que alguém se transforma em escritor, ou é transformado em escritor? Não é uma vocação, imagine, também não é uma decisão, mais parece uma mania, um hábito, um vício, você deixa de fazer isso e se sente mal, mas ter que fazê-lo é ridículo, e acaba se tornando um modo de viver (como outro qualquer). A experiência, ele percebera, é uma multiplicação microscópica de pequenos acontecimentos que se repetem e se expandem, sem conexão, dispersos, em fuga. Sua vida, ele compreendera, era dividida em sequências lineares, séries abertas que remontavam ao passado distante: incidentes mínimos, estar soz [leia mais]

GÊNERO Ficção
TRADUÇÃO Sergio Molina
CAPA Pedro Inoue
FORMATO 16 x 23 x 2,5 cm
PÁGINAS 384 PESO 0,600 kg
ISBN 9788593828195
ANO DE LANÇAMENTO 2017

O que estão falando sobre o livro

“Entre o assombro e a descoberta, Emilio Renzi é o melhor Piglia, o lúcido, o da palavra precisa e do fato de importantes consequências.”
Iván Thays, El País

“(...) a eloquente culminação e o legado de um projeto literário multipremiado, definido pela diversidade de gêneros e pelo cruzamento de vida, literatura e experiência, entendida aqui como como o vivido mais seu sentido.”
Raquel Garzón, El País

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